Se você construísse uma coletânea de memórias com as histórias que deram cor à sua vida, quais não poderiam faltar?

"Somos feitos do que vivemos, do que contamos e do que ainda lembramos..."

Todo mundo tem uma história que começa com alguém dizendo: “Você lembra daquele dia que…?”

Enquanto acontecem… eles parecem ser apenas “mais um dia”. Depois, se tornam algumas das lembranças mais importantes da vida, que segue o curso natural dos dias, até que uma foto qualquer devolva o sentido daquela memória. Mas, basta olhar um pouco mais de perto pra perceber que as melhores histórias começam bem antes de alguém pegar o celular e registrar o momento.

Elas começam no pedido de namoro que parecia perfeito antes e perdeu metade das palavras na hora de ser dito. No nome do primeiro filho que, entre ideias e pitacos, levou meses até ser decidido. Na viagem que nenhum dos amigos imaginou que repetiria durante tantos anos. Na empresa que começou no dia em que decidiram levar à sério aquele nome anotado em um rascunho de papel.

A foto acontece depois. Ela encontra a história já em curso e faz o que pode para acompanhá-la. Os anos passam até que, alguém, por acaso, encontra aquela foto e sorri. Depois vem o esforço de lembrar.

Quem estava atrás da câmera?
Por que todo mundo estava rindo?
Para onde fomos depois dali?

Toda história é construída a partir de uma coletânea de memórias.

O tempo vai virando as páginas e fazendo com que toda história mude um pouco cada vez que é contada. Cada versão leva consigo um pedaço do que aconteceu. Algumas acrescentam detalhes; outras perdem datas, nomes e momentos. A história continua circulando entre as pessoas, contada à mesa, lembrada dentro do carro ou retomada quando uma foto é encontrada.

 

Passamos boa parte da vida contando histórias uns aos outros e quase nunca percebemos que elas acabam repartidas em fotos e lembranças.

A beymê. existe pra reunir essas histórias...
que nem sempre chegam da mesma maneira.

Algumas chegam pelas mãos de um casal. Outras passam décadas permeando almoços de domingo. Certas histórias começam dentro de uma empresa, enquanto outras seguem ao lado de uma única pessoa, mudando de capítulo a cada nova fase da vida. Existem aquelas que só conseguem ser contadas depois que amigos, filhos, irmãos e avós resolvem juntar as próprias lembranças.

Olhando para esses diferentes caminhos,

nossas coletâneas encontraram seus nomes.

como funciona.

Tudo começa com uma pergunta

Conversamos com você, conhecemos a sua história e entendemos o tipo de coletânea que imagina construir.

Uma lembrança encontra outra

Investigamos, entrevistamos e ajudamos você a reunir lembranças, fotos, objetos e outros materiais que traduzem aquilo que estava guardado na memória.

Construímos

Transformamos todo esse repertório em texto e projeto gráfico – uma narrativa construída a partir da personalidade de quem viveu aquelas histórias.

A coletânea ganha forma

Produzimos cada exemplar e sua embalagem para que encontrar sua história registrada pela primeira vez também vire uma boa memória.

– depoimentos. –

sobre nós

Durante anos tivemos o privilégio de escrever histórias de pessoas que decidiram confiar suas memórias a nós.

Registramos trajetórias profissionais, lembranças de infância, histórias de famílias e casais construídas a partir de episódios que pareciam pequenos, mas eram grandes o suficiente para deixarem marcas pelo caminho.

Cada projeto reforçou uma percepção: nossa vida
é feita de histórias.

E é somente quando as contamos, organizamos e registramos, que descobrimos quanto de nós mesmos estava guardado dentro delas.

Sergio Xavier.
Larissa Xavier.